Zoladex, Eligard e Lectrum
As Injeções do Bloqueio Hormonal
São nomes de caixa que quase todo homem em tratamento de próstata acaba conhecendo. Entenda o que essas injeções fazem no corpo, por que o começo é diferente do resto, com que frequência são aplicadas e o que muda no seu dia a dia.
Zoladex é goserelina; Eligard e Lectrum são leuprorrelina — injeções da mesma classe, os agonistas de LHRH, usadas no câncer de próstata para fazer os testículos pararem de produzir testosterona, com alvo abaixo de 50 ng/dL. Nos primeiros 7 a 10 dias a testosterona sobe antes de cair, o chamado flare. Não são quimioterapia.
Escrito e revisado por Dr. Vinicius Carrera, Oncologia Clínica — CRM 17.258 · RQE 8334

O Que São Goserelina e Leuprorrelina
Zoladex é o nome comercial da goserelina, da AstraZeneca. Eligard e Lectrum são marcas da leuprorrelina, que também aparece em outras apresentações no Brasil. É comum que o paciente identifique o tratamento pelo nome escrito na caixa e conclua que está recebendo remédios distintos quando ouve um nome diferente do que estava acostumado. Na prática, goserelina e leuprorrelina são medicamentos diferentes que pertencem à mesma classe e perseguem o mesmo objetivo: fazer o organismo parar de produzir testosterona.
Essa classe é a dos agonistas de LHRH, também escrito GnRH, o hormônio que o hipotálamo libera para comandar a hipófise. Em condições normais, esse comando chega em pulsos: a hipófise responde liberando LH, o LH viaja até os testículos e os testículos fabricam testosterona. O que a injeção faz é entregar um estímulo constante, sem intervalo, no lugar do estímulo pulsátil. A hipófise, submetida a esse sinal ininterrupto, deixa de responder a ele — os receptores se dessensibilizam. Sem o comando do LH, a produção testicular de testosterona cai e o objetivo é mantê-la abaixo de 50 ng/dL — muitos serviços trabalham com uma meta mais exigente, abaixo de 20 ng/dL.
A razão de se querer isso é simples de enunciar e difícil de aceitar quando se ouve pela primeira vez: na maioria dos casos, o câncer de próstata precisa de testosterona para crescer. O hormônio funciona como o estímulo que sustenta a multiplicação das células tumorais. Retirar esse estímulo faz a doença perder o combustível e recuar, e é por isso que essas injeções ocupam um lugar central no tratamento há décadas. O termo castração química, que aparece com frequência em bulas e relatórios, causa um susto compreensível — ele não descreve nenhum procedimento cirúrgico, e sim o patamar hormonal que a medicação alcança.
Vale dizer também o que essas injeções não são. Elas não são quimioterapia: não são administradas em ciclos na veia, não têm o perfil de toxicidade que se associa a esse tratamento e agem por um caminho completamente diferente. E o efeito, na maioria dos homens, é reversível: interrompido o medicamento, o eixo hormonal tende a voltar a funcionar. Essa retomada, porém, é lenta e nem sempre volta ao ponto de partida, sobretudo em homens mais velhos e depois de períodos longos de uso — informação que vale conhecer antes, para não interpretar a demora como um problema novo.
- Zoladex é goserelina; Eligard e Lectrum são leuprorrelina — medicamentos diferentes da mesma classe, com o mesmo objetivo
- Agonistas de LHRH — o estímulo contínuo dessensibiliza a hipófise, o LH cai e os testículos param de produzir testosterona
- Alvo do tratamento — testosterona abaixo de 50 ng/dL (muitos serviços buscam abaixo de 20 ng/dL), verificada por exame de sangue
- Não é quimioterapia — outro mecanismo, outra forma de administração, outro perfil de efeitos
- Efeito reversível na maioria dos casos — mas a recuperação é lenta e pode ser parcial após uso prolongado
O Flare: Por Que a Testosterona Sobe Antes de Cair
Há um detalhe do começo do tratamento que precisa ser explicado antes da primeira aplicação, e não depois. Nos primeiros sete a dez dias, a testosterona não cai — ela sobe. O motivo está no próprio mecanismo: antes de deixar de responder ao estímulo constante, a hipófise ainda responde a ele, e responde com força. O resultado é uma descarga inicial de LH e um pico transitório de testosterona, fenômeno conhecido pelo termo em inglês flare. Só depois desse período a dessensibilização se instala e os níveis começam a cair, atingindo o patamar de castração em geral entre a terceira e a quarta semana.
Na maior parte dos homens isso passa sem que nada seja notado. A situação que exige atenção é a da doença metastática volumosa, especialmente com muito acometimento ósseo ou com o tumor comprimindo estruturas na pelve. Nesses casos, o pico hormonal inicial pode dar ao tumor alguns dias de estímulo extra e traduzir-se em piora temporária da dor óssea ou dos sintomas urinários. É um agravamento transitório, ligado ao começo do tratamento, e não um sinal de que o medicamento escolhido não funciona.
Justamente por causa disso, o oncologista pode prescrever um antiandrógeno por via oral — a bicalutamida é o exemplo mais usado — para cobrir esse intervalo. O comprimido bloqueia o receptor onde a testosterona agiria dentro da célula tumoral, neutralizando o efeito do pico enquanto ele existe. É um uso por algumas semanas, no início do bloqueio, e não um segundo tratamento permanente. Nem todo paciente precisa dessa cobertura; a decisão depende da carga de doença e do risco de o flare causar problema.
O que se pede ao paciente nesse período é simples: relatar, e relatar rápido. Dor óssea que aumenta e dificuldade nova para urinar devem ser comunicadas à equipe no mesmo dia. E há um grupo de sintomas que não é para avisar e aguardar resposta: fraqueza nas pernas, dormência em faixa no tronco, dificuldade para caminhar ou perda do controle da urina e das fezes exigem pronto-socorro imediato, informando que você iniciou bloqueio hormonal há poucos dias. Podem indicar compressão da medula espinhal por uma metástase óssea, situação em que cada hora conta para preservar a capacidade de andar. Saber de antemão que esse intervalo existe evita duas reações comuns e igualmente ruins: concluir sozinho que o tratamento falhou e abandoná-lo, ou suportar em silêncio um sintoma que teria manejo.
- Primeiros 7 a 10 dias — a testosterona sobe antes de cair, por descarga inicial de LH
- Risco maior na doença volumosa — piora temporária de dor óssea ou de sintomas urinários pode ocorrer
- Antiandrógeno oral associado — bicalutamida por algumas semanas cobre esse período quando há risco
- É transitório — piora no início não significa que o tratamento deixou de funcionar
- Avisar a equipe no mesmo dia — dor óssea crescente ou dificuldade nova para urinar não devem esperar a próxima consulta
- Fraqueza nas pernas, dormência no tronco ou perda de controle da urina — pronto-socorro imediato, não é para esperar retorno da equipe
Como as Injeções São Aplicadas e Com Que Frequência
A goserelina é apresentada como um implante subcutâneo, aplicado na parede do abdome. Não é um líquido injetado: o que fica sob a pele é um pequeno depósito sólido que vai liberando o medicamento aos poucos, ao longo de todo o intervalo até a aplicação seguinte. Existem duas apresentações, a de 3,6 mg, com aplicação mensal, e a de 10,8 mg, com aplicação a cada três meses. O implante é reabsorvido pelo organismo, sem necessidade de retirada.
A leuprorrelina segue outra lógica de formulação. Dependendo da marca e da apresentação, é aplicada por via subcutânea ou intramuscular, e a duração do efeito varia: há opções de um mês, de três meses e de seis meses. Essa variedade é útil na prática, porque permite ajustar o calendário à realidade de cada paciente — quem mora longe do serviço de saúde ou tem dificuldade de deslocamento se beneficia de intervalos mais espaçados, enquanto no início do tratamento pode fazer sentido usar apresentações mais curtas.
Em todos os casos, a aplicação é feita em serviço de saúde, por profissional habilitado — não é medicação de uso domiciliar. Isso cria uma rotina que faz parte do tratamento: a data marcada, o deslocamento, a receita ou a autorização quando necessária. Um hábito que poupa muito transtorno é sair da aplicação já com a próxima agendada e conferir com antecedência se a caixa e a autorização estarão disponíveis na data. Grande parte dos atrasos observados na prática não tem causa clínica, é logística.
E o atraso importa. O implante ou o depósito liberam medicamento por um período definido; passado esse período com folga, a hipófise volta a responder, o LH sobe e a testosterona pode escapar do patamar em que se pretende mantê-la. Alguns dias de diferença em geral não representam problema, mas semanas de atraso, sim. Se por qualquer razão a data não puder ser cumprida — viagem, internação, indisponibilidade da medicação —, o caminho é avisar a equipe e reprogramar, não simplesmente adiar e esperar.
- Goserelina — implante subcutâneo na parede abdominal, de 3,6 mg mensal ou 10,8 mg trimestral
- Leuprorrelina — injeção subcutânea ou intramuscular, com apresentações mensais, trimestrais e semestrais conforme a marca
- Aplicação em serviço de saúde — feita por profissional habilitado, não em casa
- Agenda em dia — sair da aplicação com a próxima marcada e conferir medicação e autorização antes da data
- Atraso longo tem consequência — a testosterona pode escapar do nível pretendido; reprogramar com a equipe é melhor do que adiar por conta própria
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Por Que Existem Injeções Que Não Provocam o Flare
Quem pesquisa sobre o assunto acaba encontrando outros nomes e fica na dúvida sobre estar recebendo o tratamento adequado. A explicação é que existe uma segunda maneira de desligar a produção de testosterona. Os antagonistas de GnRH não estimulam o receptor da hipófise antes de silenciá-lo: eles o bloqueiam de imediato. Sem estímulo inicial, não há descarga de LH, não há pico hormonal e a testosterona cai mais rápido, em questão de dias, sem o intervalo do flare.
Nessa segunda categoria estão o degarelix, injetável, e o relugolix, que tem a particularidade de ser um comprimido de uso diário — portanto sem idas ao serviço para aplicação, mas com a contrapartida de depender da regularidade da tomada em casa. São alternativas ao mesmo objetivo, não tratamentos de nível superior ou inferior aos agonistas.
A escolha entre um caminho e outro é clínica e individual. Pesam a urgência de derrubar a testosterona rapidamente, a carga de doença e o risco associado ao flare, o histórico de saúde do paciente, a logística de aplicação e a disponibilidade no serviço onde ele é acompanhado. Não existe uma resposta que sirva para todos os homens, e o fato de o seu vizinho de sala de espera receber outra medicação não significa que um dos dois esteja sendo mal tratado. Se a curiosidade sobre isso apareceu, ela merece ser levada à consulta — é uma boa pergunta.
- Agonistas (goserelina, leuprorrelina) — estimulam antes de desligar, por isso existe o flare inicial
- Antagonistas — bloqueiam o receptor de imediato, com queda rápida da testosterona e sem pico inicial
- Degarelix — injetável; relugolix — comprimido de uso diário, que depende da regularidade em casa
- A escolha é individualizada — carga de doença, urgência, saúde geral, logística e disponibilidade entram na conta
Em Que Momentos do Tratamento Essas Injeções Entram
O cenário em que essas injeções são mais usadas é o da doença metastática, aquela em que o câncer já se espalhou para outros locais, com mais frequência para os ossos. Nesse contexto, o bloqueio da testosterona é o alicerce sobre o qual o restante do tratamento se apoia, mantido de forma contínua. Uma mudança importante dos últimos anos é que ele quase nunca caminha sozinho: a prática atual associa desde o início um segundo medicamento hormonal — abiraterona, enzalutamida, apalutamida ou darolutamida —, e em situações selecionadas também quimioterapia, porque a combinação controla a doença de forma mais consistente do que a injeção isolada.
O segundo cenário é a doença localizada tratada com radioterapia. Em tumores de risco intermediário desfavorável ou de alto risco, a injeção é associada à radiação porque a combinação dos dois produz um controle melhor do que a radioterapia sozinha. Aqui a lógica é diferente da anterior: o tratamento hormonal tem começo e fim programados, com duração que vai de alguns meses a dois ou três anos, conforme o risco da doença. O paciente sabe desde o início que aquele bloqueio tem prazo.
Há ainda o cenário da recidiva bioquímica, quando o PSA volta a subir depois de uma cirurgia ou de uma radioterapia sem que os exames de imagem mostrem doença. Nem todos os casos precisam de bloqueio hormonal, e a decisão é uma das mais criteriosas da uro-oncologia, apoiada no ritmo de subida do PSA, nas características do tumor original, na idade e nas demais condições de saúde. Em parte dos homens a conduta é acompanhar; em outros, a injeção entra por tempo definido, muitas vezes junto com um tratamento local.
Uma ideia útil para levar deste texto: receber a injeção não equivale, na maioria dos casos, a estar recebendo o tratamento completo. Ela é a fundação. O que se constrói sobre essa fundação — outro medicamento hormonal, radioterapia, quimioterapia, cuidado ósseo — depende do estágio, dos exames e do estado geral de cada pessoa, e é definido individualmente. Este texto tem finalidade educativa e não substitui a consulta em que essas escolhas são feitas.
- Doença metastática — base contínua do tratamento, hoje quase sempre combinada a abiraterona, enzalutamida, apalutamida ou darolutamida, e às vezes à quimioterapia
- Com radioterapia na doença localizada — em risco intermediário desfavorável e alto risco, por período definido de meses a dois ou três anos
- Recidiva bioquímica — em casos selecionados, conforme ritmo do PSA, características do tumor e condição clínica
- A injeção raramente é o plano inteiro — ela é o alicerce sobre o qual o restante do tratamento se apoia
O Que Muda no Corpo e O Que É Acompanhado
Praticamente tudo o que se sente durante esse tratamento vem de uma única causa: viver com testosterona baixa. Os relatos mais frequentes são as ondas de calor, a queda da libido e a dificuldade de ereção, o cansaço, a perda de massa muscular acompanhada de ganho de gordura, a redução da densidade dos ossos ao longo dos anos, alterações no colesterol e na glicemia e oscilações de humor. Nenhum desses efeitos é reação estranha ou imprevisível — são consequências esperadas de retirar um hormônio que atua em vários sistemas ao mesmo tempo.
Este guia trata das injeções em si; o manejo de cada um desses sintomas, com o que existe de prático para reduzi-los, está detalhado no material dedicado aos efeitos do bloqueio hormonal no homem, indicado ao final. Vale apenas o registro de que a maior parte dessas queixas tem alguma forma de abordagem, e que o que costuma ficar sem solução é o sintoma que não é contado — por constrangimento ou pela ideia de que faz parte e não há o que fazer.
O acompanhamento durante o uso das injeções se apoia em dois exames de sangue periódicos. O PSA mostra como a doença está respondendo, avaliado pela tendência ao longo do tempo e não por uma variação isolada entre duas coletas. A testosterona confirma que o bloqueio está de fato atingindo o patamar pretendido — verificação que importa, porque interpretar um PSA em subida sem saber se a testosterona está baixa pode levar a conclusões erradas. A esses dois somam-se a densitometria óssea, em intervalos definidos conforme o risco de fratura, e o perfil metabólico, com glicemia, colesterol e pressão arterial.
Por fim, o ponto que mais precisa ser dito e repetido: as aplicações não devem ser puladas nem interrompidas por decisão própria. Sentir-se bem é o resultado esperado de um tratamento que está funcionando, não um sinal de que ele pode ser encerrado — e com testosterona baixa é comum que não haja sintoma algum indicando que a doença voltaria a crescer se o bloqueio parasse. Se o tratamento estiver pesando, seja pelos efeitos, seja pela rotina das aplicações, esse é um assunto de consulta: existem ajustes de apresentação, de intervalo e de manejo a discutir.
- Efeitos esperados — ondas de calor, queda da libido e ereção, fadiga, perda muscular e óssea, ganho de gordura, alterações metabólicas e de humor
- PSA e testosterona — dosados periodicamente; um mostra a resposta da doença, o outro confirma que o bloqueio está efetivo
- Efeitos de longo prazo — calorões, osso, músculo, metabolismo e humor têm manejo próprio, reunido no guia sobre efeitos do bloqueio hormonal
- Perfil metabólico — glicemia, colesterol e pressão arterial acompanhados ao longo do tratamento
- Nunca pular ou suspender por conta própria — estar sem sintomas não indica que o tratamento pode ser encerrado
Como É o Acesso a Essas Injeções no Brasil
Diferentemente de medicamentos oncológicos lançados recentemente, os agonistas de LHRH são conhecidos há décadas. Goserelina e leuprorrelina têm registro na ANVISA, circulam no país há muitos anos e são vendidas sob prescrição médica. Isso torna o percurso até o paciente, de modo geral, menos acidentado do que o de terapias novas — é um caminho conhecido pelas farmácias hospitalares, pelos serviços de oncologia e pelas operadoras.
No sistema público, essas medicações são fornecidas para o tratamento do câncer de próstata. O fornecimento acontece pelas unidades habilitadas em oncologia, que são os hospitais e centros credenciados para o atendimento oncológico no SUS — e não pelas farmácias das unidades básicas de saúde. Na prática, isso significa que o paciente recebe a medicação dentro do serviço que o acompanha, e é esse serviço que organiza a periodicidade das aplicações. Estar vinculado a uma unidade habilitada é o passo que abre essa porta.
Na saúde suplementar, essa indicação costuma ser contemplada pela cobertura dos planos, sempre sujeita à análise da operadora em cada caso, com a solicitação encaminhada pela equipe assistente a partir do relatório médico e do CID. Existem no mercado diferentes apresentações e medicamentos similares, e é possível que a marca dispensada mude de uma aplicação para outra conforme a disponibilidade. Isso não é um rebaixamento do tratamento, mas há um detalhe que merece atenção: apresentações diferentes podem ter periodicidades diferentes, e trocar de uma trimestral para uma mensal muda a data de retorno. Sempre confirme com a equipe qual é a próxima data quando houver troca.
Nenhum texto educativo consegue prever a resposta a uma solicitação individual, e valores de medicamento não são assunto deste guia. O que ajuda concretamente é o básico bem-feito: relatório médico claro, documentação organizada, vínculo com um serviço de oncologia e o calendário de aplicações acompanhado de perto por você e pela sua equipe. Se em algum momento houver dificuldade para obter a próxima dose, avise antes de a data chegar — há tempo para resolver quando o problema aparece cedo.
- Registro na ANVISA — medicamentos disponíveis no Brasil há décadas, com venda sob prescrição médica
- SUS — fornecidos para o câncer de próstata pelas unidades habilitadas em oncologia, e não pelas unidades básicas
- Planos de saúde — indicação habitualmente contemplada, ainda assim sujeita à análise da operadora; solicitada pela equipe com relatório médico e CID
- Similares e apresentações diferentes — podem mudar entre aplicações; confirme a nova periodicidade e a próxima data
- Avise cedo — dificuldade para obter a dose seguinte se resolve melhor antes da data marcada do que depois
Dúvidas Comuns
Dr. Vinicius Carrera

“Meu propósito de vida é ajudar o próximo. Por isso escolhi a medicina!”
Dr. Vinicius Carrera
Oncologia Clínica
Sou médico oncologista, com foco no acompanhamento e tratamento de pacientes com tumores urológicos e câncer de pulmão. Ao longo da minha trajetória, acumulei experiência em ensino médico e desenvolvimento de projetos de pesquisa clínica e translacional.
Ao longo de mais de uma década de atuação, tive o privilégio de acompanhar avanços significativos no tratamento do câncer que melhoraram a qualidade de vida e a sobrevida dos pacientes.
Formação Acadêmica
Onde Atendo
Conteúdo educativo. Não substitui a avaliação de um médico e não estabelece relação médico-paciente. Tratamentos, doses e indicações dependem de avaliação individual e de prescrição médica.

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- Explicação clara do diagnóstico e das opções disponíveis
- Plano de investigação ou tratamento individualizado
- Espaço para todas as suas perguntas, sem pressa